sábado, 15 de maio de 2010

ABETA Summit



Estão abertas as inscrições para o ABETA Summit, o maior encontro de Ecoturismo e Turismo de Aventura da América Latina, que vai acontecer de 20 a 23 de setembro de 2010, no hotel Holiday Inn, Parque Anhembi em São Paulo.
Como nos anos anteriores, o evento mantém seus 3 focos: um Congresso Técnico com o tema central “Comunicação, comercialização e competitividade”; as Rodadas de Negócios voltadas tanto para o mercado nacional quanto internacional; uma Agenda Social intensa para facilitar encontros e relacionamentos. Toda essa programação para dinamizar o nosso segmento e cada uma das suas empresas.
Você que conhece o ABETA Summit, que já fortaleceu sua rede de contatos, fechou parcerias e aprendeu com os maiores nomes do segmento, venha novamente e convença um colega a participar. Afinal, o ABETA Summit é SEU evento e depende de você torná-lo mais forte e influente a cada ano.
Maiores informações no site www.abetasummit.com.br e conheça a programação, valores e planos de pagamento. As inscrições realizadas até o dia 30 de Junho terão condições especiais.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

domingo, 9 de maio de 2010

Fazendo Fogo

Você necessitará do fogo para se aquecer, para se manter enxuto, para sinalizar, para cozinhar e para purificar a água pela fervura.
Não faça uma fogueira grande demais. As fogueiras pequenas exigem menos combustível e são mais fáceis de controlar; além do que, o seu calor pode ser concentrado. No tempo frio, pequenas fogueiras dispostas em círculo, em volta de um individuo, produzem muito melhor efeito do que uma só e grande fogueira.

Prepare o local para a sua fogueira, com cuidado. Limpe a pequena de folhas, raminhos, gravetos, musgo e capim seco, proteja a fogueira com pedras, a fim de não estabelecer um incêndio geral na floresta. Procure um lugar que não ira causa impacto ambiental.

Há uma maneira para fazer uma pequena fogueira sem que os indícios fiquem gravados no solo. É necessário levar uma lona de tamanho suficiente para cobrir o terreno onde será construída a fogueira. Sobre essa lona faça um círculo preenchido com terra de uma espessura de 5 cm, algumas pedras também podem ajudar a servir de isolante e base para a fogueira. Colete a terra e pedras da redondeza sem cavar buracos, raspando superficialmente em diferentes locais. Faça o fogo sobre este círculo com madeira encontrada pelo chão de tamanho suficiente para aquecer e preparar sua refeição e aquecê-lo.

ACENDENDO A FOGUEIRA SEM OS FÓSFOROS
Em primeiro lugar, procure, e, se não achar, prepare quaisquer das seguintes espécies de isca; madeira pulverizada, bem seca, de casca de árvore ou o miolo retalhado de fronde de palmeira morta; fios de linha de
pano desfiado; que também poderá ser de algodão, barbante, cânhamo ou mesmo de gaze para curativos, as raspas de plantas. Também a “paina”; penas finas dos pássaros ou ninhos de passarinhos; ninhos de ratos campestres ou pó de madeira moída pelos insetos, com freqüência encontrada sob a casca de árvores mortas. Todo e qualquer material deverá estar perfeitamente seco.

Alguns métodos possíveis:

PEDERNEIRA DE AÇO
Este é o método mais fácil e eficaz de fazer fogo, sem o auxílio de fósforos. Para isto, empregue a pederneira (pedra dura) que em certos equipamentos vem fixada ao fundo da sua caixa de fósforos impermeável. Se você não dispuser de pederneira, veja se arranja um fragmento de rocha bem dura, com o qual possa produzir faíscas. Se o fragmento quebrar-se ou até deixar riscar com demasiada facilidade quando atingido pelo aço, jogue-o fora e arranje outro pedaço.
Aproxime as mãos, prontas para bater a pederneira, por cima e bem próximas à isca, que deverá estar perfeitamente seca. Com a lâmina de uma faca ou um pequeno pedaço de aço (use o lado da faca), fira a pederneira em movimento rápido, de cima para baixo, de modo que as faíscas produzidas, caiam bem ao centro da isca. Ajuntando-se à isca umas poucas gotas de gasolina, antes de deflagrar as faíscas, a ignição da isca será mais que suficiente. Tenha o cuidado da desviar a cabeça para um lado, ao ferir a pederneira. Uma vez acesa a isca, abane-a suavemente até surgir uma chama. Leve, então, a isca incendiada, até o ponto onde deverá ter princípio a fogueira ou então vá ajuntando gravetos e pequenas iscas de madeira seca sobre a isca até que a fogueira pegue.
LENTE DE VIDRO
Qualquer lente convexa de uns 5cm ou mais de diâmetro pode ser usada, com Sol brilhante, para concentrar os seus raios sobre a isca e acendê-la.

ATRITO
Muitos são os métodos de produzir fogo pelo atrito (arco e pauzinho, feito rodar por uma volta de corda do arco; ranhura ou estria; tira de couro, etc.). Se o método escolhido for o sulcador (pauzinho), corra-o para cima e para baixo no sulco (ranhura), acelerando o ritmo até obter fogo na isca; mas todos esses métodos, requerem práticos. Se você conhece bem um desses métodos, não deixe de usá-lo, mas não se esqueça, também, que a pederneira (pedra dura) e o aço dar-lhe-ão os mesmos bons resultados, com menos trabalho.

OBTENÇÃO DE FOGO COM UMA CORREIA
Você poderá ainda obter fogo usando uma correia de fibra seca, forte, esfregando-a com um movimento contínuo que deverá ser aumentando em ritmo progressivo. O atrito produzirá o calor suficiente para a isca pegar fogo.

sábado, 17 de abril de 2010

Cuidados com as Trilhas e Locais de Acampamento



As atividades de aventura são em sal maioria realizadas em meio natural. É nossa obrigação cuidar dos locais por onde passamos e realizamos nossas atividades, pois tais locais são antes de qualquer coisa a fonte e cenário de nossas praticas.

Nesse contexto sempre utilizamos os caminhos disponíveis para chegar ao local de prática ou o caminhar por trilhas é a própria prática do Turismo de Aventura. As trilhas são em geral a forma mais antiga de se conhecer determinada localidade, e sua manutenção depende muito da atitude dos visitantes.

Algumas atitudes são simples de serem seguidas e contribuem muito com a manutenção dos caminhos, como manter-se sempre no leito principal das trilhas, evitando atalhos.

Quando a atividade está relacionada a acampamentos, devemos ter o mesmo cuidado e atitude com relação aos caminhos, evitando áreas frágeis, como por exemplo uma clareira cheia de vegetação rasteira com muitas espécies de flores, ou mesmo uma área úmida.

Portanto, ao escolher sua área para acampar dê preferência para os locais onde o solo é resistente e desprovido de vegetação, ou tenha no máximo gramíneas com resistência suficiente para agüentar o impacto.

domingo, 11 de abril de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

Trailer do documentário GVBS

Grupo Voluntário de Busca e Salvamento em Iporanga - SP - Brasil. Grupo formado para resgate em cavernas.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Conhecendo um pouco a bússola

A bússola é um instrumento usado para orientação. Atualmente, existe uma grande variedade de formatos e tamanhos de bússola para atender às mais diversas necessidades.

As bússolas de bolso, de menor precisão, são mais usadas por excursionistas e adeptos das trilhas ecológicas. Elas consistem, em geral, em uma agulha magnetizada, que flutua dentro de uma caixinha transparente, e tem uma das extremidades pintada de vermelho que aponta sempre para o “Norte”. Isso ocorre porque a bússola funciona como um ímã que se orienta segundo o campo magnético da Terra.

Agulha magnética: equilibrada sobre um eixo, tem uma extremidade pintada que aponta sempre para o norte.

Limbo ou anel graduado: este anel fica em torno da cápsula e possui uma escala que vai de 0º a 360º. O valor lido no limbo é chamado de azimute magnético. Este é o ângulo referente à direção escolhida, a qualquer referencial em relação ao norte.

Seta guia ou portão: linha de alinhamento com o norte

Linha de fé ou seta de rumo: seta naextremidade da placa. indica o destino.