quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

PRIMEIROS SOCORROS EM ÁREAS REMOTAS





O curso propõe-se a fornecer conhecimentos teórico-práticos para atendimento de primeiros socorros em locais remotos, onde se requer adequação ao tratamento principalmente devido à escassez de recursos e situações adversas tais como transporte, acesso, tempo, terreno, luz, disponibilidade de pessoal e comunicações.
É formatado pelo Emergency Care and Safety Institute (ECSI), desenvolvido pela American Academy of Orthopedic Surgeons (AAOS), American College of Emergency Physicians (ACEP) e em parceria com o comitê da Wilderness Medical Society (WMS), seguindo as últimas recomendações dos protocolos vigentes de Reanimação Cardiopulmonar e Atendimento Cardiovascular de Emergência.

Publico Alvo: Profissionais da Saúde e Resgate,Guias de Turismo de Aventura, Praticantes de Esportes Radicais entre outros.

Certificação: Internacional pelas agências: ECSI, ACEP, AAOS e WMS. Necessário aproveitamento mínimo de 80%.

Carga horária: 16 horas Teórico/ Práticas (divididos em 2 dias)
Aulas Teóricas, Simulado de RCP e Desfibriladores e simulação em ambiente natural.

Material Didático: Livro do Aluno (incluso – em espanhol)
Material Necessário: Máscara de reanimação (pocket mask) – não incluso.


www.universotreinamentos.com.br

CURSO DE RAPEL




Carga horária: 16 horas/aula (TEÓRICO E PRÁTICO)

EM CONFORMIDADE COM AS NORMAS: ABNT NBR 15286, NBR 15331, NBR 15400.

Grade curricular:

• Vestuário, equipamentos e materiais
• Cordas, nós e amarrações
• Ancoragens
• Segurança
• Auto-resgate
• Atividades práticas em ambientes naturais e urbanos

Turmas: Máximo de 15 alunos

Material didático do curso: Cordas, fitas de segurança, ferragens, cadeirinhas, capacetes, etc

Instrutores Certificados de acordo com a norma ABNT NBR 15285



www.universotreinamentos.com.br

Freios, Mosquetões

Freios

Existem basicamente dois tipos de freios:


Os dinâmicos:

A- Oito: Muito popular, sua força de frenagem é baixa, ou seja é preciso fazer mais força para frear. Resistência entre os 2000 kg ou 4000 kg.


B- Placa: Popularmente mais conhecidas como bolachas, é uma opção melhor do que o oito. Combinada com dois mosquetões sua força de frenagem que é bem interessante aumenta consideravelmente, resistência entre 1500 kg a 2500 kg.

C- Tubo: Força de frenagem no geral menor que as placas, segundo alguns testes alguns modelos tem força de frenagem similar ao oito, sendo aconselhável usar com dois mosquetões, resistência entre 1500 kg a 2500 kg.


Estáticos:

A- Gri-Gri: Muito seguro totalmente automático. Não é indicado para rapeis grandes (mais de 50 metros) pois pode provocar grande aquecimento na peça, podendo queimar a corda, resistência 2200 kg.

B- Stop: Muito seguro Totalmente automático, mas pode deslizar um pouco se a corda estiver molhada ou enlameada (no caso de espeleologia). Ideal para rapeis longos.


Mosquetões

Existem basicamente três tipos de mosquetões:

Os de segurança (com rosca), normais e os ligeiros.

No nosso caso vamos tratar apenas dos mosquetões com Trava de segurança (rosca).


Mosquetões de rosca

A- Tipo pêra ou HMS: para montar paradas (reuniões).

B- Tipo "D" ou oval: para proteger passos críticos, usar no cabo de ancoragem (solteira ou alto seguro), no freio para fazer o rappel ou para dar segurança, sua resistência deve ser entre os 2500 kg a 3500 kg.

Fonte: www.clubedosaventureiros.com

sábado, 4 de setembro de 2010

Associação Brasileira das Operadoras de Turismo

A Braztoa promove, todos os anos, os Encontros Comerciais Braztoa (ECBs) como forma de estreitar e fortalecer o relacionamento entre seus associados e os demais profissionais de turismo de todo o país.

A 34ª edição do Encontro Comercial Braztoa (ECB), a ser realizada nos dias 23 e 24 de setembro de 2010, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, coloca no centro das discussões o tema Esporte & Turismo, visando que seu público saiba agora como identificar e aproveitar as oportunidades que estão surgindo por conta da Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016.

Dentro da programação do evento, a Braztoa realiza atividades focadas no aperfeiçoamento e atualização do agente de viagem (fórum e capacitações).

Para estimular a visitação dos agentes de viagem, a Braztoa disponibiliza caravanas rodoviárias (saindo do interior de SP), caravanas aéreas (saindo de outros estados), hospedagem*, traslados gratuitos (saindo de alguns pontos da capital de SP) e descontos aéreos.

12º ADVENTURE SPORTS FAIR

De 23 a 26 de setembro acontece a 12º ADVENTURE SPORTS FAIR. Sendo uo mais importante evento realizando na América latina com foco em esportes e ao turismo de aventura, reunindo as principais marcas e destinos do mercado, as agências governamentais e as mais atuantes ONGs do setor.


Uma feira para se fazer negócios!

» No mercado de Turismo: a feira reúne os mais importantes destinos da América do Sul, favorecendo a efetivação de contatos comerciais e a realização de negócios com agentes de viagem nacionais e internacionais presentes na feira.

» No Mercado de Equipamentos: fabricantes de equipamentos para esportes de aventura também têm a oportunidade única de exibirem seus novos produtos a revendedores, atacadistas e fornecedores de serviços turísticos.

Uma feira para o seu consumidor final!

» Produtos: os consumidores têm a oportunidade de conhecer novos produtos, equipamentos e vestuário de esportes de aventura lançados durante o evento.

» Destinos: o ecoaventureiro tem a oportunidade de escolher e acessar em primeira mão opções de itinerários de viagem de aventura e ecoturismo. A exposição conta com a participação de expositores de 27 estados brasileiros e dos principais destinos da América Latina.

» Atrações: para estimular os negócios e aumentar as vendas, o evento oferece uma área de interação com os esportes, onde os visitantes podem experimentar e praticar diferentes modalidades – como esqui, mergulho, arvorismo, escalada, vela, caiaque, ciclismo, motociclismo e test-drive de carros 4x4.

domingo, 11 de julho de 2010

Cascading x Canyoning

Que tal aproveitar um dia para percorrer trilhas que levam a verdadeiros paraísos escondidos na mata atlântica e, em seguida, seguro por uma corda, descer e subir cachoeiras sentido todo o fresco da sua água? Pois é assim a pratica do cascading, uma modalidade esportiva, na qual, a partir de técnicas do rapel, você pode desfruta de muita adrenalina, alem de um belo visual, já que para pratica-la é necessários esta em um habitat natural.

No Brasil, locais para a realização dessa aventura não faltam, principalmente em nosso litoral paulista, porem antes de saber um pouco mais sobre ela, e preciso esclarecer alguns aspectos acerca da atividade.

Embora guarde características próprias, o cascading é freqüentemente confundido com uma outra pratica esportiva: o canyoning, que consiste em seguir o curso d’água no interior de um cânion. O cascading visa, tão somente, a descida de cascatas ou cachoeiras.
Em outras palavras, o canyoning acontece a partir do começo do cânion e sé se encerra no seu final. Tal percurso, pode ou não, incluir a descida de cascatas ou cachoeira, sem que seja seguido um percurso maior.

A primeira vista, as diferenças entres as duas não parecem significativas, podendo-se mesmo pensar que o cascading seria parte do canyoning. No entanto, elas são grandes, ate mesmo no que diz respeito as técnicas e equipamentos utilizados naquilo que tem em comum, ou seja, a descida de cascatas e cachoeiras.

No cascading, utiliza-se cordas simples e fixas ancoradas no topo da cascata, enquanto no canyoning utiliza-se a corda dupla, de modo que ela possa ser recuperada na base da cascata,. Isso implica, por exemplo, diferenças nos tipos de freios a serem utilizados ( já que nem todos comportam o uso da corda dupla ou apresenta a maneabilidade e versatilidade exigidas no canyoning). Alem disso, exige dos praticantes do canyoning preocupações com a recuperação da corda (que vão se refletir de forma definitiva na seleção da ancoragem) o que não acontece com o cascading. Além o mais o praticante do canyoning deve dominar muitas outras técnicas além do rapel, como natação em corredeira, saltos, etc.