quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

PRIMEIROS SOCORROS EM ÁREAS REMOTAS





O curso propõe-se a fornecer conhecimentos teórico-práticos para atendimento de primeiros socorros em locais remotos, onde se requer adequação ao tratamento principalmente devido à escassez de recursos e situações adversas tais como transporte, acesso, tempo, terreno, luz, disponibilidade de pessoal e comunicações.
É formatado pelo Emergency Care and Safety Institute (ECSI), desenvolvido pela American Academy of Orthopedic Surgeons (AAOS), American College of Emergency Physicians (ACEP) e em parceria com o comitê da Wilderness Medical Society (WMS), seguindo as últimas recomendações dos protocolos vigentes de Reanimação Cardiopulmonar e Atendimento Cardiovascular de Emergência.

Publico Alvo: Profissionais da Saúde e Resgate,Guias de Turismo de Aventura, Praticantes de Esportes Radicais entre outros.

Certificação: Internacional pelas agências: ECSI, ACEP, AAOS e WMS. Necessário aproveitamento mínimo de 80%.

Carga horária: 16 horas Teórico/ Práticas (divididos em 2 dias)
Aulas Teóricas, Simulado de RCP e Desfibriladores e simulação em ambiente natural.

Material Didático: Livro do Aluno (incluso – em espanhol)
Material Necessário: Máscara de reanimação (pocket mask) – não incluso.


www.universotreinamentos.com.br

CURSO DE RAPEL




Carga horária: 16 horas/aula (TEÓRICO E PRÁTICO)

EM CONFORMIDADE COM AS NORMAS: ABNT NBR 15286, NBR 15331, NBR 15400.

Grade curricular:

• Vestuário, equipamentos e materiais
• Cordas, nós e amarrações
• Ancoragens
• Segurança
• Auto-resgate
• Atividades práticas em ambientes naturais e urbanos

Turmas: Máximo de 15 alunos

Material didático do curso: Cordas, fitas de segurança, ferragens, cadeirinhas, capacetes, etc

Instrutores Certificados de acordo com a norma ABNT NBR 15285



www.universotreinamentos.com.br

Freios, Mosquetões

Freios

Existem basicamente dois tipos de freios:


Os dinâmicos:

A- Oito: Muito popular, sua força de frenagem é baixa, ou seja é preciso fazer mais força para frear. Resistência entre os 2000 kg ou 4000 kg.


B- Placa: Popularmente mais conhecidas como bolachas, é uma opção melhor do que o oito. Combinada com dois mosquetões sua força de frenagem que é bem interessante aumenta consideravelmente, resistência entre 1500 kg a 2500 kg.

C- Tubo: Força de frenagem no geral menor que as placas, segundo alguns testes alguns modelos tem força de frenagem similar ao oito, sendo aconselhável usar com dois mosquetões, resistência entre 1500 kg a 2500 kg.


Estáticos:

A- Gri-Gri: Muito seguro totalmente automático. Não é indicado para rapeis grandes (mais de 50 metros) pois pode provocar grande aquecimento na peça, podendo queimar a corda, resistência 2200 kg.

B- Stop: Muito seguro Totalmente automático, mas pode deslizar um pouco se a corda estiver molhada ou enlameada (no caso de espeleologia). Ideal para rapeis longos.


Mosquetões

Existem basicamente três tipos de mosquetões:

Os de segurança (com rosca), normais e os ligeiros.

No nosso caso vamos tratar apenas dos mosquetões com Trava de segurança (rosca).


Mosquetões de rosca

A- Tipo pêra ou HMS: para montar paradas (reuniões).

B- Tipo "D" ou oval: para proteger passos críticos, usar no cabo de ancoragem (solteira ou alto seguro), no freio para fazer o rappel ou para dar segurança, sua resistência deve ser entre os 2500 kg a 3500 kg.

Fonte: www.clubedosaventureiros.com

sábado, 4 de setembro de 2010

Associação Brasileira das Operadoras de Turismo

A Braztoa promove, todos os anos, os Encontros Comerciais Braztoa (ECBs) como forma de estreitar e fortalecer o relacionamento entre seus associados e os demais profissionais de turismo de todo o país.

A 34ª edição do Encontro Comercial Braztoa (ECB), a ser realizada nos dias 23 e 24 de setembro de 2010, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, coloca no centro das discussões o tema Esporte & Turismo, visando que seu público saiba agora como identificar e aproveitar as oportunidades que estão surgindo por conta da Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016.

Dentro da programação do evento, a Braztoa realiza atividades focadas no aperfeiçoamento e atualização do agente de viagem (fórum e capacitações).

Para estimular a visitação dos agentes de viagem, a Braztoa disponibiliza caravanas rodoviárias (saindo do interior de SP), caravanas aéreas (saindo de outros estados), hospedagem*, traslados gratuitos (saindo de alguns pontos da capital de SP) e descontos aéreos.

12º ADVENTURE SPORTS FAIR

De 23 a 26 de setembro acontece a 12º ADVENTURE SPORTS FAIR. Sendo uo mais importante evento realizando na América latina com foco em esportes e ao turismo de aventura, reunindo as principais marcas e destinos do mercado, as agências governamentais e as mais atuantes ONGs do setor.


Uma feira para se fazer negócios!

» No mercado de Turismo: a feira reúne os mais importantes destinos da América do Sul, favorecendo a efetivação de contatos comerciais e a realização de negócios com agentes de viagem nacionais e internacionais presentes na feira.

» No Mercado de Equipamentos: fabricantes de equipamentos para esportes de aventura também têm a oportunidade única de exibirem seus novos produtos a revendedores, atacadistas e fornecedores de serviços turísticos.

Uma feira para o seu consumidor final!

» Produtos: os consumidores têm a oportunidade de conhecer novos produtos, equipamentos e vestuário de esportes de aventura lançados durante o evento.

» Destinos: o ecoaventureiro tem a oportunidade de escolher e acessar em primeira mão opções de itinerários de viagem de aventura e ecoturismo. A exposição conta com a participação de expositores de 27 estados brasileiros e dos principais destinos da América Latina.

» Atrações: para estimular os negócios e aumentar as vendas, o evento oferece uma área de interação com os esportes, onde os visitantes podem experimentar e praticar diferentes modalidades – como esqui, mergulho, arvorismo, escalada, vela, caiaque, ciclismo, motociclismo e test-drive de carros 4x4.

domingo, 11 de julho de 2010

Cascading x Canyoning

Que tal aproveitar um dia para percorrer trilhas que levam a verdadeiros paraísos escondidos na mata atlântica e, em seguida, seguro por uma corda, descer e subir cachoeiras sentido todo o fresco da sua água? Pois é assim a pratica do cascading, uma modalidade esportiva, na qual, a partir de técnicas do rapel, você pode desfruta de muita adrenalina, alem de um belo visual, já que para pratica-la é necessários esta em um habitat natural.

No Brasil, locais para a realização dessa aventura não faltam, principalmente em nosso litoral paulista, porem antes de saber um pouco mais sobre ela, e preciso esclarecer alguns aspectos acerca da atividade.

Embora guarde características próprias, o cascading é freqüentemente confundido com uma outra pratica esportiva: o canyoning, que consiste em seguir o curso d’água no interior de um cânion. O cascading visa, tão somente, a descida de cascatas ou cachoeiras.
Em outras palavras, o canyoning acontece a partir do começo do cânion e sé se encerra no seu final. Tal percurso, pode ou não, incluir a descida de cascatas ou cachoeira, sem que seja seguido um percurso maior.

A primeira vista, as diferenças entres as duas não parecem significativas, podendo-se mesmo pensar que o cascading seria parte do canyoning. No entanto, elas são grandes, ate mesmo no que diz respeito as técnicas e equipamentos utilizados naquilo que tem em comum, ou seja, a descida de cascatas e cachoeiras.

No cascading, utiliza-se cordas simples e fixas ancoradas no topo da cascata, enquanto no canyoning utiliza-se a corda dupla, de modo que ela possa ser recuperada na base da cascata,. Isso implica, por exemplo, diferenças nos tipos de freios a serem utilizados ( já que nem todos comportam o uso da corda dupla ou apresenta a maneabilidade e versatilidade exigidas no canyoning). Alem disso, exige dos praticantes do canyoning preocupações com a recuperação da corda (que vão se refletir de forma definitiva na seleção da ancoragem) o que não acontece com o cascading. Além o mais o praticante do canyoning deve dominar muitas outras técnicas além do rapel, como natação em corredeira, saltos, etc.

domingo, 20 de junho de 2010

Cordas

Antes de selecionar uma corda para uso em altura, o mais importante a considerar é que não existe um único tipo de corda para todo tipo de atividade. Antes de decidir qual corda utilizar, você deverá determinar o tipo de situação em que a mesma deverá ser usada.

As cordas esportivas se diferem das cordas comuns e se dividem em duas categorias: cordas dinâmicas (alto alongamento ou flexibilidade) e cordas estáticas (baixo alongamento). São chamadas de Kernmantel (kern= núcleo e mantel= manta), e podem variar quanto a sua flexibilidade.

Em primeiro lugar, um conceito muito importante sobre as cordas que devem ser utilizadas para espeleologia, canyoning, trabalhos verticais e resgates é distinguí-las: estáticas e semi estáticas.

Na confecção da grande maioria das cordas estáticas e semi-estáticas é utilizado o nylon 6 (poliamida) e, pelo menos, mais dois materiais: o poliéster e polipropileno.


Cordas dinâmicas:

São cordas kernmantle de alto estiramento (elongação), usadas para fins esportivos em escalada em rocha ou gelo. Elas são fabricadas para ter elasticidade de 6 % a 10% com uma carga de 80Kg e de 40% com carga de ruptura. Esta característica lhe permite absorver o impacto em caso de queda do escalador sem transferir a força do impacto, evitando assim lesões. É importante usar uma corda de boa construção para conquista de novas vias de escalada ou em situações em que o fator de queda seja elevado.

Porém, uma corda que alonga pode ser uma desvantagem quando utilizada para resgate ou espeleologia, ou quando se precisa descer uma carga do alto de um prédio ou uma maca suspensa por corda em operação de resgate. Por outro lado, as cordas dinâmicas são menos resistentes à abrasão e desgaste, mas de qualquer maneira, se você planeja usar a corda somente para escalada em gelo ou rocha ou para montanhismo, deverá utilizar uma corda dinâmica.

Cordas estáticas:

É uma corda que possui uma alma de Nylon de baixo estiramento (elongação), sendo seus cordões internos os que aportam a maior resistência ao esforço. Para que a resistência da corda seja consistente, estes cordões devem ser contínuos, sem emendas ao longo de toda a corda. Ao mesmo tempo, para garantir uma elasticidade mínima, estes cordões devem ser paralelos entre si, ao contrário das cordas dinâmicas em que são torcidos. Ou seja, a alma (kern) é quem suporta a carga, sendo a capa (mantle) a responsável pela proteção contra sujeira, abrasão e desgaste. Ao eleger uma corda é importante saber se a mesma receberá cargas estáticas ou dinâmicas. As aplicações mais comuns das cordas estáticas KM III são: canioning, rapel, serviços em fachadas de prédios, operações de resgate, linhas de vida, espeleologia, operações de resgate em espaços confinados.

sábado, 15 de maio de 2010

5º edição do Salão do Turismo

De 26 a 30 de maio de 2010 acontece no Anhembi em São Paulo a 5º edição do Salão do Turismo - Roteiros do Brasil.
O Salão do Turismo é uma estratégia de mobilização, promoção e comercialização dos roteiros turísticos desenvolvidos a partir das diretrizes do Programa de Regionalização do Turismo - Roteiros do Brasil.Promovido pelo Governo Federal por meio do Ministério do Turismo, o evento apresenta o turismo brasileiro para quem quer viajar ou fechar bons negócios.
O Salão está dividido em diversos módulos de atividades: Feira de Roteiros Turísticos, Área de Comercialização (onde o visitante pode comprar sua viagem), Vitrine Brasil (artesanato, moda, produtos da agricultura familiar, manifestações artísticas e gastronomia), Núcleo de Conhecimento, Rodada de Negócios (encontros pré-agendados entre os agentes de comercialização do produto turístico brasileiro), Missões Promocionais - Caravana Brasil (visitas técnicas de agentes de turismo/operadores) e Missões Promocionais - Press Trip (visitas técnicas de profissionais de imprensa nacional e internacional).Se você ainda não conhece o Salão do Turismo - Roteiros do Brasil, não perca esta grande oportunidade de conhecer os novos roteiros turísticos brasileiros, e de programar e comprar sua próxima viagem.

ABETA Summit



Estão abertas as inscrições para o ABETA Summit, o maior encontro de Ecoturismo e Turismo de Aventura da América Latina, que vai acontecer de 20 a 23 de setembro de 2010, no hotel Holiday Inn, Parque Anhembi em São Paulo.
Como nos anos anteriores, o evento mantém seus 3 focos: um Congresso Técnico com o tema central “Comunicação, comercialização e competitividade”; as Rodadas de Negócios voltadas tanto para o mercado nacional quanto internacional; uma Agenda Social intensa para facilitar encontros e relacionamentos. Toda essa programação para dinamizar o nosso segmento e cada uma das suas empresas.
Você que conhece o ABETA Summit, que já fortaleceu sua rede de contatos, fechou parcerias e aprendeu com os maiores nomes do segmento, venha novamente e convença um colega a participar. Afinal, o ABETA Summit é SEU evento e depende de você torná-lo mais forte e influente a cada ano.
Maiores informações no site www.abetasummit.com.br e conheça a programação, valores e planos de pagamento. As inscrições realizadas até o dia 30 de Junho terão condições especiais.

domingo, 9 de maio de 2010

Fazendo Fogo

Você necessitará do fogo para se aquecer, para se manter enxuto, para sinalizar, para cozinhar e para purificar a água pela fervura.
Não faça uma fogueira grande demais. As fogueiras pequenas exigem menos combustível e são mais fáceis de controlar; além do que, o seu calor pode ser concentrado. No tempo frio, pequenas fogueiras dispostas em círculo, em volta de um individuo, produzem muito melhor efeito do que uma só e grande fogueira.

Prepare o local para a sua fogueira, com cuidado. Limpe a pequena de folhas, raminhos, gravetos, musgo e capim seco, proteja a fogueira com pedras, a fim de não estabelecer um incêndio geral na floresta. Procure um lugar que não ira causa impacto ambiental.

Há uma maneira para fazer uma pequena fogueira sem que os indícios fiquem gravados no solo. É necessário levar uma lona de tamanho suficiente para cobrir o terreno onde será construída a fogueira. Sobre essa lona faça um círculo preenchido com terra de uma espessura de 5 cm, algumas pedras também podem ajudar a servir de isolante e base para a fogueira. Colete a terra e pedras da redondeza sem cavar buracos, raspando superficialmente em diferentes locais. Faça o fogo sobre este círculo com madeira encontrada pelo chão de tamanho suficiente para aquecer e preparar sua refeição e aquecê-lo.

ACENDENDO A FOGUEIRA SEM OS FÓSFOROS
Em primeiro lugar, procure, e, se não achar, prepare quaisquer das seguintes espécies de isca; madeira pulverizada, bem seca, de casca de árvore ou o miolo retalhado de fronde de palmeira morta; fios de linha de
pano desfiado; que também poderá ser de algodão, barbante, cânhamo ou mesmo de gaze para curativos, as raspas de plantas. Também a “paina”; penas finas dos pássaros ou ninhos de passarinhos; ninhos de ratos campestres ou pó de madeira moída pelos insetos, com freqüência encontrada sob a casca de árvores mortas. Todo e qualquer material deverá estar perfeitamente seco.

Alguns métodos possíveis:

PEDERNEIRA DE AÇO
Este é o método mais fácil e eficaz de fazer fogo, sem o auxílio de fósforos. Para isto, empregue a pederneira (pedra dura) que em certos equipamentos vem fixada ao fundo da sua caixa de fósforos impermeável. Se você não dispuser de pederneira, veja se arranja um fragmento de rocha bem dura, com o qual possa produzir faíscas. Se o fragmento quebrar-se ou até deixar riscar com demasiada facilidade quando atingido pelo aço, jogue-o fora e arranje outro pedaço.
Aproxime as mãos, prontas para bater a pederneira, por cima e bem próximas à isca, que deverá estar perfeitamente seca. Com a lâmina de uma faca ou um pequeno pedaço de aço (use o lado da faca), fira a pederneira em movimento rápido, de cima para baixo, de modo que as faíscas produzidas, caiam bem ao centro da isca. Ajuntando-se à isca umas poucas gotas de gasolina, antes de deflagrar as faíscas, a ignição da isca será mais que suficiente. Tenha o cuidado da desviar a cabeça para um lado, ao ferir a pederneira. Uma vez acesa a isca, abane-a suavemente até surgir uma chama. Leve, então, a isca incendiada, até o ponto onde deverá ter princípio a fogueira ou então vá ajuntando gravetos e pequenas iscas de madeira seca sobre a isca até que a fogueira pegue.
LENTE DE VIDRO
Qualquer lente convexa de uns 5cm ou mais de diâmetro pode ser usada, com Sol brilhante, para concentrar os seus raios sobre a isca e acendê-la.

ATRITO
Muitos são os métodos de produzir fogo pelo atrito (arco e pauzinho, feito rodar por uma volta de corda do arco; ranhura ou estria; tira de couro, etc.). Se o método escolhido for o sulcador (pauzinho), corra-o para cima e para baixo no sulco (ranhura), acelerando o ritmo até obter fogo na isca; mas todos esses métodos, requerem práticos. Se você conhece bem um desses métodos, não deixe de usá-lo, mas não se esqueça, também, que a pederneira (pedra dura) e o aço dar-lhe-ão os mesmos bons resultados, com menos trabalho.

OBTENÇÃO DE FOGO COM UMA CORREIA
Você poderá ainda obter fogo usando uma correia de fibra seca, forte, esfregando-a com um movimento contínuo que deverá ser aumentando em ritmo progressivo. O atrito produzirá o calor suficiente para a isca pegar fogo.

sábado, 17 de abril de 2010

Cuidados com as Trilhas e Locais de Acampamento



As atividades de aventura são em sal maioria realizadas em meio natural. É nossa obrigação cuidar dos locais por onde passamos e realizamos nossas atividades, pois tais locais são antes de qualquer coisa a fonte e cenário de nossas praticas.

Nesse contexto sempre utilizamos os caminhos disponíveis para chegar ao local de prática ou o caminhar por trilhas é a própria prática do Turismo de Aventura. As trilhas são em geral a forma mais antiga de se conhecer determinada localidade, e sua manutenção depende muito da atitude dos visitantes.

Algumas atitudes são simples de serem seguidas e contribuem muito com a manutenção dos caminhos, como manter-se sempre no leito principal das trilhas, evitando atalhos.

Quando a atividade está relacionada a acampamentos, devemos ter o mesmo cuidado e atitude com relação aos caminhos, evitando áreas frágeis, como por exemplo uma clareira cheia de vegetação rasteira com muitas espécies de flores, ou mesmo uma área úmida.

Portanto, ao escolher sua área para acampar dê preferência para os locais onde o solo é resistente e desprovido de vegetação, ou tenha no máximo gramíneas com resistência suficiente para agüentar o impacto.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Trailer do documentário GVBS

Grupo Voluntário de Busca e Salvamento em Iporanga - SP - Brasil. Grupo formado para resgate em cavernas.

video

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Conhecendo um pouco a bússola

A bússola é um instrumento usado para orientação. Atualmente, existe uma grande variedade de formatos e tamanhos de bússola para atender às mais diversas necessidades.

As bússolas de bolso, de menor precisão, são mais usadas por excursionistas e adeptos das trilhas ecológicas. Elas consistem, em geral, em uma agulha magnetizada, que flutua dentro de uma caixinha transparente, e tem uma das extremidades pintada de vermelho que aponta sempre para o “Norte”. Isso ocorre porque a bússola funciona como um ímã que se orienta segundo o campo magnético da Terra.

Agulha magnética: equilibrada sobre um eixo, tem uma extremidade pintada que aponta sempre para o norte.

Limbo ou anel graduado: este anel fica em torno da cápsula e possui uma escala que vai de 0º a 360º. O valor lido no limbo é chamado de azimute magnético. Este é o ângulo referente à direção escolhida, a qualquer referencial em relação ao norte.

Seta guia ou portão: linha de alinhamento com o norte

Linha de fé ou seta de rumo: seta naextremidade da placa. indica o destino.


domingo, 21 de fevereiro de 2010

Adrenalina com segurança

Conhecendo um pouco mais sobre o rapel, em postagens anteriores vimos como surgimento e o desenvolvimento nos últimos tempos.
Considerando com um esporte de aventura tem seu estilo aventureiro é possível fazer variar manobras em suas descida, e pode se considerar estilos básicos como: positivo, negativo, guiado.

Positivo: o praticante tem o contato dos pés com a parede (rocha ou prédio);

Negativo: o praticante desce em um vão livre, ou seja, sem contato com superfície alguma, ficando suspenso somente pela corda;

Guiado: o praticante está, geralmente em negativa, com auxílio de uma 2ª corda, direcionando a descida.


Mas para a pratica desse esporte radical é preciso de uma série de equipamentos e matérias de segurança pessoal tais como: Corda, Cadeirinha, Peitoral, Descensores ou Freios, Mosquetões, Polias, Capacete, Luvas, Fitas entre outros. Que serão comentados em postagens futuras.


Lembrando todos os equipamentos utilizados em técnicas verticais devem possuir certificação especifica dos órgãos competentes, tais como:

CE (Comunidade Européia);

UIAA (União Internacional das Associações de Alpinismo);

NFPA ( National Fire Protection Association)

Planejamento é Fundamental


Entre em contato prévio com a administração da área que você vai visitar para tomar conhecimento dos regulamentos e restrições existentes.
Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.
Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.


Você é Responsável por sua Segurança

Para os aventureiros de fim de semana é sempre bom ser consciência e ter preocupação com sua segurança e de todos que lhe acompanham.
O salvamento em ambientes naturais é caro e complexo, podendo levar dias e causar grandes danos ao ambiente, portanto, em primeiro lugar, não se arrisque sem necessidade.
Calcule o tempo total que passará viajando e deixe um roteiro da viagem com alguém de confiança, com instruções para acionar o resgate, caso necessário.
Aprenda as técnicas básicas de segurança, como navegação (saiba como usar um mapa e uma bússola) e primeiros socorros.

Tenha certeza de que você dispõe do equipamento apropriado para cada situação.
Acidentes e agressões à natureza, em grande parte, são causados por improvisações, negligência e uso inadequado de equipamentos.

Leve sempre: lanterna, agasalho, capa de chuva, um estojo de primeiros socorros, alimento e água; mesmo em atividades com apenas um dia ou poucas horas de duração.


fonte abeta.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

hidratação e sua importância

Aqui vamos comentar como fazer para se manter hidratado e o porque é tão importante ficar hidratado.

Em caso extremo que fique perdido na mata mantenha-se hidratado o tempo todo. Abaixo alguns dica como para obter água na selva:

* extraia o líquido do cipó d'água fazendo um corte acima do local que desejar, apertando-o no lugar que pretende ingerir o líquido;
* o bambu também poderá fornecer água, mas não a beba caso o seu aspecto esteja sujo;
quando chover utilize uma folha como um funil para conduzir a água até sua boca;
* a água estocada nas folhas da bromélia podem ser ingeridas;
* se houver um rio nas proximidades, procure seguir sempre o seu leito para garantir o estoque de água.

Mas lembre-se a água do rio sempre deve ser purificada, para não causar diarréia e outras doenças transmitidas pela água. Alguns métodos para purificar água:
- Ferver a água de 1 a 5 minutos
- Colocar de 1 a 2 gotas de hipoclorito de sódio (cloro de uso doméstico) por cada litro de água clara. A proporção dependerá da concentração de cloro existente. Misturar bem e esperar 30 minutos antes de beber .
- Utilizar pastilhas de cloro, se puder consegui-las, pedindo sempre instruções para o uso. (pode ser encontrado em alguns site de esporte de aventura).


Os efeitos da desidratação

Quando sentimos sede já estamos em processo de hipohidratação. Por isso, não podemos esperar a manifestação da sede para nos hidratarmos. Perda hídrica de 2% do peso corporal: manifestação da sede. Perda de 4% do peso corporal: ocorre diminuição da capacidade de hidrólise e diminuição do desempenho. Perda de 7% do peso corporal: há comprometimento plasmático. 9% do peso corporal: há risco de colapso. 10% do peso corporal: risco de morte

Consequências da não reidratação

Quando um indivíduo torna-se hipohidratado, ocorre diminuição do volume plasmático com aumento da concentração de sódio e potássio. Todos eletrólitos ficam mais concentrados se não houver reposição hídrica. Pode ocorrer débito cardíaco, diminuição do fluxo sanguíneo para os tecidos e prejuízo na performance.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Animais Peçonhentos

Os animais venenosos são animais que possuem veneno mas não possuem mecanismo de inoculação. Os animais peçonhentos são animais que além de venenosos, possuem um mecanismo especializado de inoculação, a peçanha, que é utilizada como arma de caça ou de defesa.

Exemplos de animais peçonhentos: serpentes (jararaca, cascavel, surucucu), escorpião, aranha.

Exemplos de animais venenosos: sapos, baiacu.

Os acidentes com serpentes peçonhentas geralmente ocorrem quando seu ambiente é invadido.
As cobras são animais de sangue-frio ou ectotérmicos, isto, a temperatura de seu corpo varia com a temperatura do ambiente. Por esse motivo, os répteis ficam expostos ao sol para se aquecer e diminuem a atividade durante o inverno. As cobras alimentam-se de outros animais (a maioria roedores e sapos). Elas possuem dois sexos - machos e fêmeas, sendo difícil diferenciar um do outro pela aparência exterior.
As estatísticas mostram que aproximadamente 78% dos acidentes ocorrem na região das pernas ou pés, 18% nas mãos e os 4% restantes em todo o resto do corpo. Ou seja, a utilização de botas e/ou perneiras e estar atento ao local onde coloca as mãos podem evitar 96% dos acidentes.

Mas é preciso ter cuidado com outros animais venosos que podemos encontrar quando caminhamos na mata ou quando acampamos.
Das inúmeras espécies de aranha do Brasil apenas aquelas pertencentes ao gênero Phoneutria, Lycosa e Loxosceles são venenosas pela sua picada. A Aranha Marrom é considerada a mais venenosa. As aranhas peçonhentas não fazem teias, exceto a Marrom; sua teia é irregular e semelhante a um chumaço de algodão. A Aranha Marrom possui hábitos noturnos, só pica quando não há possibilidade de fuga, por isso os acidentes mais comuns ocorrem quando a vítima esmaga uma contra o corpo ao se vestir. Vive no meio das folhas e tijolos e à noite sai para alimentar-se. Algumas dicas básicas : sacudir roupas e sapatos antes de usar, não pôr a mão em buracos, sob pedras, sob troncos "podres", o uso de calçado e de luvas pode evitar acidentes.
Vale a pena também pesquisar sobre outros animais que podem causar danos a sua saúde : Lonomia, lepidópteros, Himenópteros.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Mínimo impacto ambiental


O números de pessoas que procuram atividades que estejam em contato com a natureza vem crescendo cada vez mais, com isso aumentando o impacto no meio ambiente.


A abertura de um pequeno atalho, uma fogueira desnecessária, caminhar nas bordas e não no leito da trilha, ambiente e fácil acesso e sem qualquer proteção são os que mais sofre com esse impacto. Alem do lixo orgânico e inorgânico deixado para traz, contaminando água e ate mesmo mudando a habito alimentares dos animais que acabam se alimentando desse lixo, tudo isso é maléfico ao ambiente.

Já que não podemos evitar esse impacto nos resta então é o minimizar o impacto para que não afete tanto o meio ambiente, concientizando a todos os que fazem dessa atividade um estilo de vida.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Serra do Mar

NOSSO QUINTAL...


Como maior Parque Estadual paulista, é a mais extensa unidade de conservação do Estado, englobando escarpas e alguns promontórios da serra do Mar, porções de planalto atlântico e segmentos restritos de planícies costeiras. Detém assim, a maior parte das nascentes dos rios que vertem para o Atlântico, responsável pelo abastecimento de água das populações urbanas do litoral.


O Parque Estadual da Serra do Mar abriga a maioria das unidades de conservação. Com quase 315 mil hectares, numa extensão que vai desde a divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro até Itariri, no sul do Estado, passando por toda a faixa litorânea representa a maior porção contínua preservada de Mata Atlântica do Brasil, abrangendo 28 municípios: (Bariri, Bertioga, Biritiba-Mirim, Caraguatatuba, Cubatão, Cunha, Iguape, Itanhaém, Juquitiba, Mogi das Cruzes, Mongaguá, Natividade da Serra, Paraibuna, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Peruíbe, Praia Grande, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Luiz do Paraitinga, São Paulo, São Sebastião, São Vicente, Suzano e Ubatuba).

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Sobrevivência na Selva

A capacidade de sobrevivência residirá basicamente numa atitude mental adequada para enfrentar situações de emergência e na posse de estabilidade emocional, a despeito de sofrimentos físicos decorrentes da fadiga, da fome, da sede e de ferimentos, por vezes, graves.

Se o indivíduo ou o grupo de indivíduos não estiver preparado psicologicamente para vencer todos os obstáculos e aceitar os piores reveses, as possibilidades de sobreviver estarão sensivelmente reduzidas.

Na selva, saber defender-se contra o calor e o frio, saber encontrar água e alimento, saber prestar os primeiros socorros, em proveito próprio ou alheio, serão tarefas de grande importância para a preservação da saúde.


Deslocamento na Selva

O indivíduo ou grupo de indivíduos, ao ver-se perdido ou isolado na selva e tendo necessidade de sobreviver, tenderá naturalmente a movimentar-se em uma direção qualquer, em busca de salvação. Será normal esta precipitação, mas totalmente errada, pois muitos já perderam a vida por se terem deixado dominar pela ânsia de salvar-se, andando a esmo e entrando, fatalmente, em pânico.


Regra Geral

É aconselhável que sejam observadas rigorosamente as seguintes regras, expressas pela palavra E-S-A-O-N:

E: - ESTACIONE - fique parado, não ande à toa.
S: - SENTE-SE - para descansar e pensar.
A: - ALIMENTE-SE - saciando a fome e a sede, qualquer um terá melhores condições para raciocinar.
O: - ORIENTE-SE - procure saber onde está, de onde veio, por aonde veio ou para onde quer ir, utilizando-se do processo que melhor se aplique à situação.
N: - NAVEGUE - agora sim, desloque-se na direção selecionada.

Proteção na Selva

Um homem na selva, em regime de sobrevivência, necessita de algum conforto, de condições psicológicas as mais favoráveis possíveis e de proteção contra o meio adverso. Ele necessita de um abrigo eficiente, limpo e de bom aspecto. As operações na selva podem ser sinteticamente conceituadas como sendo o emprego da inteligência, do vigor físico e da adaptabilidade à selva. Um dos meios de conseguir isto é construir um bom abrigo, sempre que possível.